Devido à pandemia do coronavírus, as aulas presenciais estão suspensas desde a segunda quinzena de março. O cenário tem gerado divergências entre consumidores e empresas.
Os agentes do órgão de defesa dos direitos do consumidor receberam denúncia de que os estabelecimentos estariam vendendo produtos de saúde com preços elevados na capital.
A medida pede que as escolas utilizem os meios disponíveis de ensino à distância, como aulas digitais enquanto durar a suspensão das aulas presenciais.
De acordo com o órgão ministerial, a orientação tem o objetivo de evitar possíveis situações de desabastecimento e a elevação nos valores das contas de água.
Após fiscalizações em 23 estabelecimentos, foram autuados pelo Procon 17 deles por prática de preços abusivos em produtos utilizados na prevenção e combate ao novo coronavírus.
Segundo o órgão ministerial, a empresa foi notificada da decisão em dezembro de 2019 e tem 30 dias contados da data do recebimento da notificação para efetuar o pagamento da multa.
O órgão ministerial requereu a suspensão das atividades comerciais das empresas e de qualquer publicidade, sob pena de multa de R$ 2 mil por dia de descumprimento.
Além do Ministério Público, o prefeito Firmino Filho (PSDB) assina um documento de interesse de mútua cooperação com o promotor Nivaldo Ribeiro, coordenador geral do PROCON Estadual.