O parlamentar destacou os resultados positivos da sigla em âmbito estadual e nacional, além de ressaltar que a postura de oposição será mantida pelos candidatos eleitos.
Segundo o petista, Fonteles tem buscado acertar e montar uma equipe variada entre técnicos e políticos, e destaca que o futuro governador tem ‘a faca e queijo’ na mão para realizar uma boa gestão.
De acordo com o coordenador dos grupos temáticos da equipe de transição, Aloizio Mercadante, o presidente eleito voltará a cumprir a agenda de transição.
Durante sua participação na 27º edição da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas o presidente eleito afirmou que solicitará que a edição de 2025 do encontro seja no Brasil.
No total, serão 31 grupos técnicos que irão debater e produzir subsídios para elaborar o relatório final de transição que será entregue em dezembro ao presidente e vice eleitos.
O presidente da sigla, Valdemar Costa, explicou que a maior bancada do Congresso representará as bandeiras defendidas pelo partido e será contra o viés “comunista e socialista”.
A equipe que é coordenada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), pretende defender um teto de gastos em que possa ser possível cumprir as promessas de Lula durante campanha eleitoral.
O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), foi nomeado pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), para o cargo especial de Transição Governamental.
O coordenador de transição, Geraldo Alckmin, explicou que todas as informações serão repassadas para Ciro Nogueira visando garantir uma posse transparente em dia 1º de janeiro.
Nesta quinta-feira (03), a equipe de transição do presidente da República eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reúne com o relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI).