Conforme a SSP, os materiais serão utilizados em levantamentos de inteligência, operações policiais e nos serviços cartorários das unidades, garantindo agilidade, precisão e suporte.
As vistorias foram conduzidas pela promotora de Justiça, Francisca Lourenço, e realizadas com o apoio da equipe multidisciplinar do Ministério Público.
A fiscalização faz parte das diligências realizadas no âmbito do inquérito civil instaurado com o objetivo de acompanhar as ações de preservação do patrimônio histórico.
A Construtora Rivello informou que o empreendimento já se encontra com o “Habite-se” devidamente expedido, estando atualmente em fase final de organização para a entrega das unidades.
A Fundação Municipal de Saúde informou que está passando por um processo de redimensionamento da sua força de trabalho, com o objetivo de construir soluções eficientes e responsáveis.
A prefeitura informou que não foi notificada sobre a decisão judicial e, assim que for intimada oficialmente, será instituído grupo de trabalho integrado para adoção das providências.
A situação foi denunciada pela professora Mirna Bispo, que através das redes sociais demonstrou sua indignação e afirmou que o Ministério Público do Piauí (MPPI) já foi acionado.
Procurado sobre o assunto, o prefeito informou que os vínculos dos contratos temporários são de natureza transitória e destinam-se a suprir situações emergenciais.
O Viagora procurou a Polícia Militar do Piauí para falar sobre o assunto, e a instituição informou, através da assessoria, que ainda não foi notificada.