Não existe aproximação política da Bárbara com base do PT, diz Marden
O deputado do Progressistas falou sobre as especulações em torno de Bárbara do Firmino e a base governista do PT.
O deputado estadual Marden Menezes (PP), reforçou que não existe aproximação política da parlamentar Bárbara do Firmino com a base governista do Partido dos Trabalhadores (PT) para tratar sobre as eleições municipais de 2024 em Teresina.
Ao Viagora, o parlamentar destacou que a filha do ex-prefeito de Teresina não tem tratativas ou aliança com o grupo da situação e que ambos permanecem em blocos diferentes. As especulações em torno do nome de Bárbara e lideranças petistas fizeram com que a deputada se pronunciasse nesta semana, onde declarou que segue com a oposição.

“Na verdade, é muita especulação, não houve nenhuma conversa de convite, segundo a deputada Bárbara não houve nenhum contato nesse aspecto. As vezes alguém comenta, sai na imprensa, mas de concreto não existe esse diálogo, aproximação política em relação a Teresina, de uma aliança”, afirma.
De acordo com o parlamentar, a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) tem um ambiente cordial, por isso os deputados tem uma boa relação. “O que existe é um relacionamento muito bom entre todos os parlamentares da Assembleia Legislativa, embora tenhamos posições políticas diferentes, mas há um relacionamento muito cordial, aberto e respeitoso. Esse diálogo, segundo a deputada Bárbara, do ponto de vista político, de aliança em Teresina, ele nunca existiu”, complementa.
O deputado ainda falou sobre as pesquisas eleitorais, que algumas alas defendem como balizadoras para a escolha do postulante da oposição, e destacou que elas representam o retrato do momento.
“Pesquisa depende muito de quem faz, das localidades que são ouvidas, da proporcionalidade que é dada a cada região. Cada instituto tem sua metodologia, há aqueles que fazem com mais entrevistados, outros direcionam, é muito relativo. É claro que todas elas ajudam a analisar o processo, a pesquisa é retrato do momento”, explica.
No entanto, Menezes criticou a forma como as pesquisas são realizadas e cobrou uma legislação mais rigorosa quanto a publicização delas.
“Em determinados períodos um instituto dá um resultado, já tem outros que o resultado é diferente. Eu acho até que a nível nacional já deveria ter uma legislação mais rígida em relação ao formato dessas pesquisas eleitorais. O Congresso Nacional ainda não dedicou o tempo necessário a disciplinar de uma maneira ais profunda e detalhada como devem se dar a divulgação dessas pesquisas, do jeito que está as pesquisas acabam sendo utilizadas para turbinar ou prejudicar alguém”, pontua.
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