Facebook terá versão de aplicativo para fotos sensuais, diz site
O Facebook está testando uma versão própria do aplicativo Snapchat, app de mensagens que permite aos usuários enviar fotografias "descartáveis" um ao outro, inf
O Facebook está testando uma versão própria do aplicativo Snapchat, app de mensagens que permite aos usuários enviar fotografias "descartáveis" um ao outro, informa o site All Things Digital. O serviço teve uma explosão recente de popularidade devido à sua principal característica: as fotos enviadas através do aplicativo desaparecem depois de apenas alguns segundos - o que impediria a divulgação de conteúdo comprometedor na internet.
Muitos usuários têm sido atraídos pelo apelo da privacidade e estão utilizando o Snapchat para enviar imagens sensuais, imaginando que elas logo não poderão mais ser vistas por ninguém.
Citando "fontes familiarizadas com o assunto", o site diz que o Facebook vai lançar o aplicativo nas próximas semanas, um pouco antes do final do ano, e sugere ainda que a aplicação será independente do Facebook Mobile.
O aplicativo novo teria o mesmo funcionamento do Snapchat original, que promete excluir os arquivos do telefone do destinatário e dos servidores. Uma versão para vídeos foi lançada recentemente.
Segundo o All Things Digital, depois que um usuário abre o novo aplicativo do Facebook, tem acesso a uma lista das mensagens atuais trocadas com amigos. Ao inserir novos textos, um temporizador pergunta quanto tempo a mensagem deve ser visível. O usuário pode então determinar quanto tempo o arquivo será visualizado.
Para o site americano Gizmodo, o movimento para produzir um clone Snapchat autônomo seria um sinal de determinação do Facebook para dominar o compartilhamento de fotos da internet, reforçada pela compra do Instagram no início deste ano.
O Gizmodo também opina que o aplicativo pode popularizar a prática do "sexting" de forma segura, sem que as imagens se espalhem pela internet de forma descontrolada, expondo os usuários.
De acordo com o site BuzzFeed, a sensação de segurança com o Snapchat, porém, é equivocada. Apesar de o serviço informar o usuário caso sua imagem tenha sido capturada pelo outro celular, a foto permanece lá, como um screenshot, e nada impede que a outra pessoa tire fotos do material recebido com outra câmera. Além disso, um aspecto do Snapchat evita que os usuários permaneçam completamente anônimos: cada pessoa que baixa o aplicativo tem criado um perfil público que mostra os três amigos com quem ela mais trocou mensagens.
Esse perfil é facilmente acessível, o que contraria a ideia de que o Snapchat permite comunicação com total privacidade - e muitas pessoas aproveitam o mesmo nome de usuários de outros serviços online populares. As fotos enviadas não são visíveis no aplicativo, mas é possível verificar a quantidade de mensagens trocadas com cada usuário. Além disso, mesmo oferecendo funções atraentes para o envio de conteúdo possivelmente considerado impróprio, o Snapchat é oficialmente descrito apenas como "a maneira mais rápida de dividir momentos com os amigos" - o que tornaria as imagens sensuais uma deturpação de seu objetivo original, diz o BuzzFeed.
Muitos usuários têm sido atraídos pelo apelo da privacidade e estão utilizando o Snapchat para enviar imagens sensuais, imaginando que elas logo não poderão mais ser vistas por ninguém.
Citando "fontes familiarizadas com o assunto", o site diz que o Facebook vai lançar o aplicativo nas próximas semanas, um pouco antes do final do ano, e sugere ainda que a aplicação será independente do Facebook Mobile.
O aplicativo novo teria o mesmo funcionamento do Snapchat original, que promete excluir os arquivos do telefone do destinatário e dos servidores. Uma versão para vídeos foi lançada recentemente.
Segundo o All Things Digital, depois que um usuário abre o novo aplicativo do Facebook, tem acesso a uma lista das mensagens atuais trocadas com amigos. Ao inserir novos textos, um temporizador pergunta quanto tempo a mensagem deve ser visível. O usuário pode então determinar quanto tempo o arquivo será visualizado.
Para o site americano Gizmodo, o movimento para produzir um clone Snapchat autônomo seria um sinal de determinação do Facebook para dominar o compartilhamento de fotos da internet, reforçada pela compra do Instagram no início deste ano.
O Gizmodo também opina que o aplicativo pode popularizar a prática do "sexting" de forma segura, sem que as imagens se espalhem pela internet de forma descontrolada, expondo os usuários.
De acordo com o site BuzzFeed, a sensação de segurança com o Snapchat, porém, é equivocada. Apesar de o serviço informar o usuário caso sua imagem tenha sido capturada pelo outro celular, a foto permanece lá, como um screenshot, e nada impede que a outra pessoa tire fotos do material recebido com outra câmera. Além disso, um aspecto do Snapchat evita que os usuários permaneçam completamente anônimos: cada pessoa que baixa o aplicativo tem criado um perfil público que mostra os três amigos com quem ela mais trocou mensagens.
Esse perfil é facilmente acessível, o que contraria a ideia de que o Snapchat permite comunicação com total privacidade - e muitas pessoas aproveitam o mesmo nome de usuários de outros serviços online populares. As fotos enviadas não são visíveis no aplicativo, mas é possível verificar a quantidade de mensagens trocadas com cada usuário. Além disso, mesmo oferecendo funções atraentes para o envio de conteúdo possivelmente considerado impróprio, o Snapchat é oficialmente descrito apenas como "a maneira mais rápida de dividir momentos com os amigos" - o que tornaria as imagens sensuais uma deturpação de seu objetivo original, diz o BuzzFeed.
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