O parlamentar alegou ter sido alvo de propaganda eleitoral negativa por meio do WhatsApp. O jornalista compartilhou um print de uma conversa considera ofensiva por Ciro Nogueira.
A investigação vai apurar suposto pagamento de propina ao senador em 2014, para que o Progressistas apoiasse o PT, e em 2017, para que não apoiasse o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
O objetivo é estimular a conclusão dos estudos nesse nível da educação. O projeto do senador aguarda o recebimento de emendas na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado Federal.
Dentre outros pontos, o senador disse que inexistem elementos que apontem para a sua participação nos supostos ilícitos ou que demonstrem a existência de vínculo intersubjetivo entre os agentes.
Os recursos são oriundos da cota parlamentar, verba destinada a custear os gastos dos congressistas vinculados exclusivamente ao exercício da atividade política.
“Constata-se a utilização indevida do Brasão da Republica, que não pode ser apropriado por ninguém, sobretudo para fins de angariar apoio eleitoral”, ressaltou o magistrado.
Ciro Nogueira pediu liminar para remoção de vídeo publicado pelo concorrente em uma rede social. O magistrado não verificou manifestação capaz de atingir a imagem ou a honra do candidato progressista.