Alepi instalará CPI para apurar falhas nos serviços da Equatorial
O deputado estadual Evaldo Gomes afirmou que há um descaso da empresa na prestação de seus serviços para a população.
Nesta terça-feira (28), o deputado estadual Evaldo Gomes (Solidariedade), falou a respeito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a empresa Equatorial. O parlamentar afirma que as assinaturas necessárias para dar legitimidade ao processo já foram colhidas, e a expectativa é que a comissão tenha cinco membros e três suplentes.
O parlamentar informou que após a formação da comissão, e as escolhas dos nomes, a empresa, servidores e a população em geral será ouvida pelos deputados.

“A gente já pegou as dez assinaturas, agora o presidente vai estar lendo em plenário, e deve ser aprovada ainda hoje, por que as dez assinaturas já dá legitimidade para a instalação da CPI, e na próxima semana eu acredito que o presidente deva conduzir esse processo com todos os lideres dos partidos, para que a gente possa escolher os membros da comissão, estamos sugerindo cinco membros com três suplentes, e logo após isso, nós vamos começar a ouvir não só a direção da Equatorial, mas também ouvir o sindicato da categoria, os servidores da equatorial, vamos ouvir a associação de moradores, a população em geral, não só as capital como do interior do estado”, informou.
O deputado estadual afirmou que há um descaço da empresa na prestação de seus serviços para a população. Evaldo Gomes comenta que no interior do Piauí, para a execução o trabalho de religação de energia, se leva dias, o que prejudica a população.
“Existe um descaso generalizado por parte da Equatorial, a população tem sofrido na pele, a falta de energia, tem lugares na cidade de Teresina, que tem dois dias para ser regularizado o retorno da energia, no interior do estado para fazer uma religação passa 20 dias, então assim, a Equatorial falou muito em investimento e no entanto esse investimento não tenhamos visto na prática, a população tem sofrido na pele, pequenos comerciantes perdendo seus produtos, ou seja, diante de toda essa problemática não temos outra saída se não essa CPI, para que possamos investigar e chegar a uma análise final porque é que existe tanto problema da equatorial com a população piauiense”, disse.
Questionado se o contrato com a concessionária de energia será cancelado, ele afirma que é necessário a conclusão das investigações da CPI, para saber quais medidas tomar.
“Nós temos que primeiro ouvir, nós temos que primeiro fazer um processo de investigação, a consequência, o resultado, só se dará quando concluir. Não tem como a gente agora está apresentando o resultado, se não, não seria uma comissão, seria um pré-julgamento, não podemos pré-julgar, primeiro vamos fazer uma investigação, onde vamos ouvir, buscar provas, documentação, e naturalmente depois a gente tem o resultado, no final da CPI”, concluiu.
Os deputados estaduais que assinaram a CPI, foram; Evaldo Gomes (Solidariedade); Franzé Silva (PT); Nerinho (PT); Dr. Vinicius Nascimento (PT); Aldo Gil (PP); Simone Pereira (MDB); Dr. Hélio Oliveira (MDB); Rubens Vieira (PT); Elisângela Moura (PCdoB); Ziza Carvalho (MDB); Marden Menezes (PP); Limma (PT); Gessivaldo Isaias (Republicanos); Hélio Isaias (PT); Oliveira Neto (PT); e Felipe Sampaio (MDB).
Outro lado
O Viagora procurou a Equatorial Piauí para falar sobre o assunto e a empresa informou que não vai se posicionar sobre o caso.
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