Assis Carvalho diz que aumento no combustível é “o preço do golpe”
“O preço dos combustíveis está fora de controle, praticamente dobrou desde o golpe de 2016", diz o deputado.
O deputado federal Assis Carvalho “Lula” (PT-PI) se manifestou nesta quinta-feira (24) na Câmara dos Deputados afirmando que o constante aumento no preço do combustível é “o preço do golpe de 2016”. Ele faz referência ao processo de impeachment da então Presidente da República, Dilma Rousseff.
- Foto: Facebook/ Assis Cavarvalho
Assis Carvalho "Lula"
“O preço dos combustíveis está fora de controle, praticamente dobrou desde o golpe de 2016. O preço do golpe está alto demais e o povo brasileiro é que está pagando a conta”, disse.
Assis Carvalho ataca a tese do atual governo de que a inflação está baixando e a economia do país está crescendo. “Quando aconteceu o golpe em abril de 2016, o combustível era R$ 2,80. Já aumentou, praticamente, em quase 100%. Aí você ver o cinismo em dizer que a inflação tá baixando. Quer dizer, adultera até as estatísticas sobre a inflação”, contesta.
O deputado piauiense comentou, também, sobre as manifestações que os caminhoneiros estão fazendo em 25 estados e no Distrito Federal. Hoje é o 4º dia seguido do movimento pelo país. Os atos são contra a disparada do preço do diesel que faz parte da política de preços da Petrobras, em vigor desde julho. Assis Carvalho pede providência por parte da Câmara Federal.
O parlamentar aproveitou para falar das eleições deste ano e disse que as medidas que vêm sendo tomadas pelo governo do Presidente Michel Temer são contra a vontade popular.
“Este governo não foi eleito, não tem condição de conduzir este país. Eu acho que esse é o preço do golpe. É assim que acontece quando um parlamento rasga 54 milhões de votos e o preço fica muito alto para o país. Eu espero que, em outubro, os golpistas paguem alto pelo crime que praticaram contra a Constituição brasileira em tirar uma presidente eleita e colocar esse criminoso para dirigir o Brasil”, finalizou.
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) já se manifestou sobre o aumento no preços dos combustíveis e disse que a Petrobras está mentido nos argumentos para aplicação da sua nova política de preços. Por meio de nota, a CNT diz que essa nova metodologia é “desproporcional” e afirma que a estatal repassa aos trabalhadores as consequências da corrupção de que vem sofrendo.
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