"Rafael e Sílvio são farinha do mesmo saco", diz Gustavo Henrique
Gustavo Henrique explicou que a ideia de polarização entre os pré-candidatos é artificial, pois apesar de possuírem estrutura política ambos representam a mesmice.
Nessa terça-feira (17), o pré-candidato ao Governo do Piauí pelo Patriota, Gustavo Henrique, fez uma avaliação dos nomes dispostos ao pleito e afirmou em entrevista ao Viagora que Sílvio Mendes, disputando o cago pelo União Brasil, e Rafael Fonteles, pelo Partido dos Trabalhadores, são “farinha do mesmo saco”.
Ao falar sobre uma possível polarização entre os pré-candidatos da oposição e situação, Gustavo Henrique explicou que esta ideia é artificial e foi formada diante da robustez da estrutura política dos adversários que gera essa sensação. O pré-candidato relembra que a disputa também envolve um sentimento que vem da população.

“Essa polarização é meio que artificial por conta das estruturas políticas partidárias, como politicamente falando, em tese eles detém uma estrutura política maior gera-se essa sensação, mas não acredito que isso não possa ser quebrado, isso pode, isso é cíclico. A candidatura majoritária é um pouco diferente das proporcionais ela envolve também um pouco de sentimento que é cíclico e no Brasil é interessante, nós já tivemos eleições presidenciais com esse tipo de sentimento o Color foi uma, não vou falar depois da eleição dele, mas naquele momento houve um sentimento de mudança. Houve também em 2002 esse sentimento com o próprio Lula e agora recentemente o próprio presidente da República agora em 2018. Isso são ciclos a nível federal, mas no Piauí já houve também com a eleição do Mão Santa em 1994, uma eleição com sentimento de mudança. Claro que o Mão Santa tinha uma estrutura política, não era grande e forte como esses campos hoje se dizem ter. Então para mim é uma polarização artificial por conta do acesso à mídia, da mesmice, eles representam a mesmice. Um tem um discurso de se colocar como se fosse o melhor, mas na verdade representa um grupo político”, explica.
O presidente estadual do Patriota questiona se Sílvio Mendes assumir o comando do Estado quem de fato irá governar e se o líder da oposição, o ministro da Casa Civil, senador Ciro Nogueira, poderá interferir nessa administração do Piauí. O pré-candidato pontua também que o grupo político de Rafael Fonteles já teve oportunidade de governar diversas vezes.
“Me preocupa inclusive, não posso nem adentrar na intimidade partidária, mas me preocupa porque vamos supor uma eventual vitória desse campo, qual a base parlamentar partidária o Sílvio teria? Seria esse campo coordenado pelo ministro da Casa Civil Ciro Nogueira,ou seja será refém do mesmo. Tem muita coisa que ainda podemos conversar a respeito, há muita coisa já diagnosticada nesse campo. O outro a princípio também representa um campo que já teve oportunidade de governar junto com a maior parte do outro lado também, porque a musculatura do outro lado (Sílvio) vem recentemente do governo atual, é a mesmice, Rafael e Sílvio são farinha do mesmo saco, não tem como”, declara.
Segundo o presidente Estadual do Patriota, Sílvio Mendes estará refém da coordenação do ministro Ciro Nogueira. O pré-candidato destaca que o senador foi eleito em um campo político oposto ao que está atualmente, que era o de Wellington Dias.
"Até porque o Sílvio Mendes ganhando não vai governar só, porque ele não tem nem apoio parlamentar dele, ele estará refém do coordenador dele, do chefe dele que é o Ministro da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira. E o Rafael Fonteles representa isso que já está aí, o grupo que eles já faziam parte, então não adianta o discurso oposicionista reverberar porque ele representa a mesmice, se o Sílvio ganha, que eu acredito que não, nem ele nem o Rafael, porque estamos colocando nosso nome é para disputar mesmo, mas se ele ganhasse a eleição quem vai governar é quem já esteve nesse governo. Já que discordavam porque não implementaram a discordância lá atrás, na composição de coligação lá no passado? Nós sabemos que o ministro Ciro Nogueira foi eleito em um campo político do Wellington Dias defendendo o nome de Lula tendo como coligado Geraldo Alckmin, amigo inclusive do pré-candidato Sílvio”, concluiu.
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