Iracema Portella destaca criação da nova Comissão Permanente de Combate à Violência contra a Mulher
A comissão foi solicitada pelos parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher, na qual a deputada federal Iracema Portella faz parte
O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, promulgou no último dia 16 de janeiro a Resolução 1/14, que altera o Regimento Comum para criar a Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher.
A comissão foi solicitada pelos parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher que encerraram seus trabalhos em 2013 com a apresentação de 13 projetos de lei, 1 projeto de resolução e mais de 70 recomendações a diferentes órgãos.
A deputada federal Iracema Portella (PP-PI) explicou que de acordo com a resolução, será competência da nova comissão: diagnosticar as lacunas existentes nas ações e serviços da Seguridade Social e na prestação de segurança pública e jurídica às mulheres vítimas de violência; apresentar propostas para consolidar a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres; realizar audiências públicas; solicitar depoimento de autoridades públicas e cidadãos; e promover intercâmbio internacional para o aperfeiçoamento Legislativo.
“Uma das missões da CPMI é apurar as falhas das instituições de atendimento à mulher. Lamentavelmente, as mulheres fazem as denúncias, mas, em muitos casos, não conseguem escapar da morte. Devemos reconhecer que faltam delegacias especializadas e juizados de violência doméstica. E as delegacias comuns não estão preparadas para receber essas mulheres, que, muitas vezes, chegam abaladas física e emocionalmente, precisando de uma assistência toda especial, que seja capaz de olhar para elas com sensibilidade, atenção e carinho”, declarou a deputada piauiense.
Para a deputada federal Iracema Portella, a decisão do Supremo em reconhecer a constitucionalidade da Lei Maria da Penha representa, sem dúvida nenhuma, uma grande conquista dos movimentos populares, das mulheres e de todos aqueles que lutam contra a violência, que querem construir uma sociedade de paz, muito melhor e mais solidária.
“Precisamos nos unir cada vez mais e fortalecer essa batalha para que as mulheres brasileiras tenham seus direitos assegurados e possam viver com saúde, dignidade e esperança – livres de todas as formas de violência”, concluiu.
A comissão foi solicitada pelos parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher que encerraram seus trabalhos em 2013 com a apresentação de 13 projetos de lei, 1 projeto de resolução e mais de 70 recomendações a diferentes órgãos.
Imagem: Divulgação
Iracema Portella
Iracema PortellaA deputada federal Iracema Portella (PP-PI) explicou que de acordo com a resolução, será competência da nova comissão: diagnosticar as lacunas existentes nas ações e serviços da Seguridade Social e na prestação de segurança pública e jurídica às mulheres vítimas de violência; apresentar propostas para consolidar a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres; realizar audiências públicas; solicitar depoimento de autoridades públicas e cidadãos; e promover intercâmbio internacional para o aperfeiçoamento Legislativo.
“Uma das missões da CPMI é apurar as falhas das instituições de atendimento à mulher. Lamentavelmente, as mulheres fazem as denúncias, mas, em muitos casos, não conseguem escapar da morte. Devemos reconhecer que faltam delegacias especializadas e juizados de violência doméstica. E as delegacias comuns não estão preparadas para receber essas mulheres, que, muitas vezes, chegam abaladas física e emocionalmente, precisando de uma assistência toda especial, que seja capaz de olhar para elas com sensibilidade, atenção e carinho”, declarou a deputada piauiense.
Para a deputada federal Iracema Portella, a decisão do Supremo em reconhecer a constitucionalidade da Lei Maria da Penha representa, sem dúvida nenhuma, uma grande conquista dos movimentos populares, das mulheres e de todos aqueles que lutam contra a violência, que querem construir uma sociedade de paz, muito melhor e mais solidária.
“Precisamos nos unir cada vez mais e fortalecer essa batalha para que as mulheres brasileiras tenham seus direitos assegurados e possam viver com saúde, dignidade e esperança – livres de todas as formas de violência”, concluiu.
Mais conteúdo sobre:
Violência
Facebook
Veja também
-
Eleições 2026: Ministério Público vai priorizar combate ao assédio eleitoral
O MP destacou que, os procuradores, ao receber notícias sobre a suspeita de irregularidade, devem tomar as medidas necessárias para apurar os casos. -
MP investiga prefeito de Piracuruca por contratações temporárias na Saúde
A Prefeitura de Piracuruca informou que não foi formalmente notificada, mas ressaltou que vem adotando medidas para regularizar e reorganizar a prestação dos serviços de saúde. -
PDT declara apoio à reeleição de Lula em 2026 durante convenção nacional em Brasília
Segundo Evandro, o PDT dá um passo importante no cenário político ao se posicionar de forma antecipada. -
Joel Rodrigues e Ciro Nogueira intensificam agenda e convidam população para convenção
A convenção será realizada dia 1º de agosto, a partir das 16h, no Clube dos 100, localizado no bairro Parque Piauí, zona Sul de Teresina. -
Não tem condição do PSDB se aliar ao Progressistas no 1º turno, diz Jorge Lopes
O presidente estadual do partido afirma que legenda seguirá independente e defende que a oposição mantenha diferentes projetos para disputar as eleições de 2026
E-mail
Messenger
Linkedin
Gmail
Tumblr
Imprimir