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Quebra de contrato com Águas de Teresina é a única solução, diz Samantha Cavalca

A vereadora afirmou que os membros da CPI contra a Águas de Teresina irão se reunir nesta terça-feira (25) para definir estratégias em relação à condução do processo.

A vereadora Samantha Cavalca (PP) declarou em entrevista ao Viagora que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada contra a Águas de Teresina vai se reunir nesta terça-feira (24) para traçar estratégias em relação à condução do processo. A parlamentar, que faz parte do grupo de trabalho, também defendeu a revisão do contrato com a empresa como a solução do problema.

“A reunião vai ocorrer na terça-feira com os membros da comissão presencialmente logo após a sessão na Câmara. Enquanto membro da comissão, a única solução para o que está acontecendo com a Águas de Teresina é a quebra de contrato", ressaltou.

Conforme Samantha, o Governo do Estado deve ser convocado a participar dessa CPI para que se tenha uma integração entre o município, o estado e a Câmara na resolutividade desse impasse.

Foto: Letícia Dutra/ ViagoraSamantha Cavalca
Samantha Cavalca

"Se a gente pegar os contratos da Águas de Teresina, as primeiras assinaturas que tem lá são do ex-governador Wellington Dias e, logo em seguida, foi feito um aditivo por Regina Sousa, então nada mais justo que eles participem dessa discussão, tentando ajudar a população de Teresina que está sofrendo com a Águas”, ressaltou a vereadora.

A parlamentar ressaltou que sua sugestão na reunião com os membros da comissão será a revisão do contrato devido às taxas abusivas de esgoto cobradas, afetando diretamente a população mais vulnerável da cidade. 

Questionada sobre os impactos que essa quebra de contrato iria causar, Samantha Cavalca foi enfática e afirmou que a preocupação do momento é garantir condições mais justas de prestação de serviços e evitar que a população continue arcando com tarifas consideradas abusivas.

“Tudo que eles estão fazendo agora é uma espécie de “terrorismo” com a população de Teresina, então tem que se rever o contrato. A cidade mudou, as condições financeiras da população mudaram, a economia é outra, então todo contrato pode ser quebrado. Eu quero que a população economize, porque não tem condição as taxas abusivas de esgoto que estão pagando, “é 100% vai ficar em 80%”, grande coisa! É caro do mesmo jeito, já está chegando num nível que o cidadão tem que escolher se paga a conta da Águas de Teresina, se come ou se compra um remédio, é um absurdo, essa realidade tem que mudar”, pontuou.

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