Estudante da UFPI foi estuprada e teve pescoço quebrado, diz Barêtta
O delegado Barêtta também informou que o inquérito policial deve ser concluído em até 10 dias, já que o suspeito foi preso em flagrante.
Neste domingo (29), o diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o delegado Barêtta, em entrevista ao Viagora, falou a respeito do caso de Janaína da Silva Bezerra, de 21 anos, estudante de jornalismo encontrada morta nas dependências da Universidade Federal do Piauí (UFPI), no campus de Teresina. O delegado confirmou que a jovem foi vítima de estupro e que seu pescoço foi quebrado.
O delegado Barêtta do DHPP, informou que a necropsia realizada pela médica legista confirmou as informações dadas pela Enfermeira-chefe do Hospital da Primavera, local onde a vítima foi levada após ser encontrada, que a vítima teria sido violentada sexualmente. Também foi informado que a jovem havia tido seu pescoço quebrado.

“Ontem no final da tarde os policiais do DHPP, no plantão de atendimento ao local de crime, conversaram com a médica legista após ela concluir a necropsia, e ela disse que havia constatado na necropsia que a moça estava com o pescoço quebrado, e tinha sido violentada sexualmente de forma bruta, e os resultados confirmam o que a enfermeira chefe do hospital da primavera tinha dito anteriormente, tinha muito sangue nas partes intimas dela, na veste, o que não era compatível com a menstruação”, informou.
Ainda de acordo com o diretor do DHPP, a jovem deu entrada na unidade hospitalar já sem vida, ele reitera que a morte da estudante foi a lesão no pescoço.
“A moça já deu entrada também no hospital da primavera morta, ela não foi levada desfalecida, ela entrou morta, então já está confirmado. A médica também disse que a causa morte foi a quebra do pescoço”, disse.
O delegado Barêtta também informou que o inquérito policial deve ser concluído em até 10 dias, já que o suspeito foi preso em flagrante.
“O código de processo penal, o código de processo penal diz que nós temos uma pessoa presa em flagrante e delito, ou, preventivamente, é 10 dias o prazo para concluir o inquérito, se tiver solto é 30. Só que no caso, como ele está preso em flagrante, nós não temos dilação de prazo, tem que concluir em 10 dias, com oitiva de pessoas, juntada de laudos e demais peças que necessitam ou esclarecimento no inquérito policial”, comunicou.

Ainda segundo o delegado, as providências sobre o caso foram tomadas preliminarmente no dia 28 de janeiro, data em que a jovem foi encontrada, com entrevistas de pessoas e exames necessários para dar prosseguimento a investigação. Barêtta também declarou que se depender da Polícia Civil, que cometeu o crime não ficará solto, ele afirmou também que a investigação está sendo realizada com todo rigor.
“Todas as providencias foram tomadas ontem preliminarmente, entrevista de pessoas e requisitados todos os exames periciais necessários. Se depender da Polícia Civil esse criminoso não ficará solto, o trabalho nosso, nós estamos fazendo, e fazendo com todo o rigor. Agora, se ele vai ficar preso, quanto tempo, nós não sabemos, porque isso depende do poder judiciário do Ministério Público”, disse.
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