Produtores de petróleo do Golfo dos Estados Unidos param produção antes de Isaac
Operadores offshore, ainda nervosos com as tempestades catastróficas de 2005, não querem correr riscos.
Produtores de petróleo e de gás natural no Golfo do México se preparavam neste sábado para o primeiro furacão a atingir a indústria petroleira norte-americana em 2012, que pode provocar o fechamento de quase metade da produção de petróleo offshore norte-americana.
A rota atual da tempestade tropical Isaac segue para o leste das instalações de produção offshore norte-americana, com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos prevendo que vai atingir a força de furacão no domingo, antes de aterrissar na Florida Panhandle na noite de terça-feira ou madrugada de quarta-feira.
Operadores offshore, ainda nervosos com as tempestades catastróficas de 2005, não querem correr riscos.
A BP, sediada em Londres, a maior produtora do Golfo norte-americano, cortou na sexta-feira a produção de sua gigantesca plataforma Thunder Horse, a maior do mundo, que pode processar 250.000 barris de petróleo por dia.
Até agora o Isaac motivou o fechamento do equivalente a 8,63 por cento da produção offshore de petróleo norte-americana e 1,62 por cento da produção de gás natural, segundo dados do governo norte-americano divulgados no sábado.
Neste sábado, a BP suspendeu a produção nas instalações próximas no bloco de perfuração offshore Mississippi Canyon em Na Kika, Horn Mountain e nas plataformas Marlin.
A Shell disse na sexta-feira que iria retirar trabalhadores não essenciais da maior parte de suas plataformas no Golfo. Outras operadoras offshore devem anunciar fechamentos preventivos nos próximos dias, à medida que o Isaac se aproxima.
A rota atual da tempestade tropical Isaac segue para o leste das instalações de produção offshore norte-americana, com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos prevendo que vai atingir a força de furacão no domingo, antes de aterrissar na Florida Panhandle na noite de terça-feira ou madrugada de quarta-feira.
Operadores offshore, ainda nervosos com as tempestades catastróficas de 2005, não querem correr riscos.
A BP, sediada em Londres, a maior produtora do Golfo norte-americano, cortou na sexta-feira a produção de sua gigantesca plataforma Thunder Horse, a maior do mundo, que pode processar 250.000 barris de petróleo por dia.
Até agora o Isaac motivou o fechamento do equivalente a 8,63 por cento da produção offshore de petróleo norte-americana e 1,62 por cento da produção de gás natural, segundo dados do governo norte-americano divulgados no sábado.
Neste sábado, a BP suspendeu a produção nas instalações próximas no bloco de perfuração offshore Mississippi Canyon em Na Kika, Horn Mountain e nas plataformas Marlin.
A Shell disse na sexta-feira que iria retirar trabalhadores não essenciais da maior parte de suas plataformas no Golfo. Outras operadoras offshore devem anunciar fechamentos preventivos nos próximos dias, à medida que o Isaac se aproxima.
Mais conteúdo sobre:
Estados Unidos
Facebook
Veja também
-
Lei que proíbe produção e comercialização de foie gras é sancionada
O fígado sofre hipertrofia com uma doença, chamada esteatose hepática que é causada pela prática, e o órgão é comercializado. -
Especialista recomendam equilíbrio no uso de redes digitais para evitar sobrecarga
O diferencial deve ser observado principalmente por graduandos, recém-formados ou profissionais que usam dos ambientes virtuais para atuar no mercado. -
Lei autoriza venda de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres
Conforme a medida, o objetivo é permitir que o equipamento seja usado para conter temporariamente um agressor em situações de ameaça à integridade física ou sexual. -
Presidente da Coreia do Sul fará visita ao Brasil a convite de Lula
O encontro está marcado para 27 de julho e deve ampliar a cooperação entre os dois países em áreas como inteligência artificial, semicondutores, energia e comércio -
Receita Federal libera consulta do terceiro lote de restituição do Imposto de Renda
Conforme o órgão, os dois primeiros lotes de 2026 representaram 80% das restituições previstas para este ano, tanto em valores como em número de contribuintes.
E-mail
Messenger
Linkedin
Gmail
Tumblr
Imprimir