A Sociedade Brasileira Caminho de Damasco informou que não foi oficialmente notificada sobre o inquérito civil e que atua em estrita observância à legislação trabalhista.
A construtora informou que não tem conhecimento sobre a tramitação de inquérito civil do MPT e tampouco qualquer conduta que justifique a eventual apuração.
Segundo o coordenador regional de Combate ao Trabalho Escravo do MPT-PI, procurador do trabalho Edno Moura, somente neste ano já foram 30 resgates de trabalhadores traficados.
De acordo com a procuradoria, o MPT vai fiscalizar a execução dos programas e órgãos de proteção, bem como questões referentes a remuneração e benefícios.
O inquérito civil foi instaurado pelo procurador do trabalho Igor Oliveira Costa com o objetivo de verificar supostas irregularidades nas condições sanitárias nos locais de trabalho.
O Grupo Chavantes informou, através de nota, que não foi formalmente notificado e ressaltou que assim que for comunicado, vai prestar os esclarecimentos necessários.
De acordo com a nota, os estagiários vinculados à empresa recebem bolsas e benefícios previstos em lei, com base nos instrumentos contratuais celebrados com os órgãos concedentes e supervisores.
O prefeito Dr. Cristiano Britto informou que não foi notificado sobre o inquérito e assim que for, o jurídico da prefeitura irá responder e fazer as adequações solicitadas.
Conforme o inquérito, as investigações visam verificar questões relativas a acidente típico ou por equiparação, fornecimento de EPIs e instalações elétricas.