Conforme o Banco Central, na comparação com outubro de 2020, houve redução de 1,48% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais).
Conforme o IBGE, os dados são referentes ao terceiro semestre de 2021. O estado registrou em 2018 taxa de 12,5%, no ano seguinte em 2019, foi 12,9% e em 2020 registrou 13,2%.
Conforme os dados das Contas Regionais 2019, a maior diminuição foi registrada no Espírito Santo com -3,8%, em seguida no Pará com -2,3%, no Piauí registrando -0,6% e Mato Grosso do Sul com -0,5%.
O coordenador operacional do Censo no estado, afirmou que os técnicos realizam entrevista na cidade, pois o município foi escolhido para realizar o teste de coleta do Censo Demográfico 2022.
Empresas de alto crescimento são aquelas com, pelo menos, dez pessoas empregadas e cujo crescimento médio de assalariados é superior a 20% no período de três anos.
O comércio também teve altas de 5,7% na comparação com julho de 2020; de 1,1% na média móvel trimestral; de 6,6% no acumulado do ano e de 5,9% no acumulado de 12 meses.
Na prévia de agosto, o principal impacto para a inflação veio do grupo de despesas habitação, que registrou alta de preços de 1,97%, influenciada pela energia elétrica, cujo custo subiu 5%.
O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.
O varejo também cresceu 0,4% na média móvel trimestral, 23,8% na comparação com abril do ano passado, 4,5% no acumulado do ano e 3,6% no acumulado de 12 meses.