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Alepi lança aplicação que utiliza Inteligência Artificial para melhoria da produção de leis

Conforme a Alepi, as medidas poderão ter verificação de constitucionalidade e serem assinadas em conjunto por outros deputados durante a tramitação.

Nessa quarta-feira (29), a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) lançou a plataforma Gabinete Digital Parlamentar, que utiliza Inteligência Artificial para auxiliar na elaboração e na tramitação de projetos de lei.

Conforme a Alepi, as medidas poderão ter verificação de constitucionalidade e serem assinadas em conjunto por outros deputados durante a tramitação. O presidente Severo Eulálio (MDB), informou que a plataforma garante mais eficiência e celeridade à tramitação dos projetos.

 “Vem para dotar os gabinetes parlamentares com uma estrutura tecnológica que facilite e dê mais eficiência à produção legislativa da Casa, evitando sobreposições de leis, dando celeridade às proposituras, dando um acompanhamento de todos os passos da lei, desde o momento da apresentação até a data final de sua proposição”, explicou.

Foto: Divulgação/ AlepiAssembleia Legislativa do Piauí.
Assembleia Legislativa do Piauí.

Durante os testes, o deputado Gessivaldo Isaías (MDB), relatou que propôs a elaboração de uma lei para a gratuidade de crianças autistas no cinema. “A IA criou um projeto, para mim, constitucional, tanto na Constituição Federal quanto na Estadual, e também seguindo o Regimento Interno da Casa. Isso é um avanço tecnológico muito grande para a Assembleia Legislativa”, contou.

O parlamentar destacou ainda que, o Gabinete Digital traz outros avanços, como o de eficiência e transparência.  “Você imagina o passo que a Assembleia Legislativa está dando em tecnologia com a criação dessa aplicação, além de aumentar a transparência e a facilidade. Hoje, nós vivemos num mundo digital. A IA me dá as condições de elaborar projetos, mas eu tenho que ver ainda, porque tem determinadas situações em que entra a parte da assessoria parlamentar jurídica para fazer a análise da criação do projeto, porque o computador não substitui 100% a questão humana”, pontuou.

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