TRE-PI revela que plebiscito sobre reforma política no Estado custará cerca de R$ 6 milhões
O corregedor e a equipe também já se reuniram para planejar como deve se desenvolver o plebiscito no Estado, que deve conter cinco perguntas aos eleitores
Após a reunião com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, e mais 26 presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), na última terça-feira (02) em Brasília, o vice-presidente do TRE-PI, desembargador José Ribamar Oliveira anunciou que o plebiscito no Piauí sobre a reforma política vai custar cerca de R$ 6 milhões à Justiça Eleitoral.
O corregedor e a equipe também já se reuniram para planejar como deve se desenvolver o plebiscito no Estado, que deve conter cinco perguntas aos eleitores.
"Tem que fazer o planejamento para caso ocorra o plebiscito. Já temos isso, porque nosso pessoal já sabe como fazer o transporte de urnas, onde instalá-las e tudo que é necessário, inclusive o cálculo com o custo, que seria entre R$ 5 milhões e R$ 6 milhões, de acordo com o levantamento da última eleição. Para ser mais preciso o custo seria de R$ 5,8 milhões.", confirmou o vice-presidente.
O magistrado comentou também que o setor de tecnologia da informação tem está se articulando para deixar tudo pronto. "Com toda a correria, já tem planejamento e o Piauí consegue realizar o plebiscito", enfatizou.
Ele revelou que a reunião com a ministra Carmem Lúcia e os demais representantes dos tribunais regionais serviu para avaliar e analisar as possibilidades de realizar a consulta em todos os estados.
O prazo mínimo definido no encontro foi de 70 dias para a preparação e realização do plebiscito sobre reforma política, caso este venha a ser convocado pelo Congresso Nacional em caráter de urgência, e o custo total do país sairá em torno de R$ 500 milhões.
Uma comissão já foi designada para analisar quais temas serão tratados na reforma política, quantas perguntas serão feitas e se já estarão valendo para a próxima eleição.
No entanto, a realização do plebiscito ainda requer um posicionamento do Congresso Nacional. Com informações do Jornal Diário do Povo.
Imagem: Reprodução
Desembargador José Ribamar Oliveira
Desembargador José Ribamar Oliveira O corregedor e a equipe também já se reuniram para planejar como deve se desenvolver o plebiscito no Estado, que deve conter cinco perguntas aos eleitores.
"Tem que fazer o planejamento para caso ocorra o plebiscito. Já temos isso, porque nosso pessoal já sabe como fazer o transporte de urnas, onde instalá-las e tudo que é necessário, inclusive o cálculo com o custo, que seria entre R$ 5 milhões e R$ 6 milhões, de acordo com o levantamento da última eleição. Para ser mais preciso o custo seria de R$ 5,8 milhões.", confirmou o vice-presidente.
O magistrado comentou também que o setor de tecnologia da informação tem está se articulando para deixar tudo pronto. "Com toda a correria, já tem planejamento e o Piauí consegue realizar o plebiscito", enfatizou.
Ele revelou que a reunião com a ministra Carmem Lúcia e os demais representantes dos tribunais regionais serviu para avaliar e analisar as possibilidades de realizar a consulta em todos os estados.
Imagem: Reprodução
Ministra Carmen Lúcia
Ministra Carmen LúciaO prazo mínimo definido no encontro foi de 70 dias para a preparação e realização do plebiscito sobre reforma política, caso este venha a ser convocado pelo Congresso Nacional em caráter de urgência, e o custo total do país sairá em torno de R$ 500 milhões.
Uma comissão já foi designada para analisar quais temas serão tratados na reforma política, quantas perguntas serão feitas e se já estarão valendo para a próxima eleição.
No entanto, a realização do plebiscito ainda requer um posicionamento do Congresso Nacional. Com informações do Jornal Diário do Povo.
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