Cabo da policia conta como aconteceu assalto a banco em Jaicós
Policial foi liberado no estrada e orientado a correr sem olhar para trás. As armas que haviam sido tomas dos militares também foram "devolvidas".
O cabo da Polícia Militar, Rubens Batista de Oliveira, 45 anos, viveu momentos de tensão em poder dos homens que roubaram o Banco do Brasil da cidade de Jaicós, a 365 km de Teresina, na madrugada desta terça-feira (04/).
Ele era um dos três militares que realizavam o policiamento ostensivo nas ruas da cidade, quando receberam a informação pelo rádio da viatura de que o alarme da agência havia sido acionado.
A equipe seguiu em direção ao centro e ao se aproximar da agência, foi recebida a tiros. O motorista da viatura perdeu o controle do carro e subiu na calçada. Em meio aos disparos, os três militares deixaram a viatura e se protegeram atrás do veículo.
Segundo relatou Rubens, esse foi o pior momento. “Quatro tiros atingiram a viatura, um no pneu e outros três do lado do passageiro, onde eu estava, sendo um no para-brisa e dois na porta. Foi Deus que livrou a mim e aos meus colegas”, disse. Em 24 anos de polícia, o militar feito refém disse que nunca tinha passado por uma situação semelhante. Os PMs foram rendidos por três suspeitos fortemente armados. “Eles estavam encapuzados e com armas de grosso calibre”.
Toda a ação no banco durou entre 30 e 40 minutos. Enquanto três homens estavam com os reféns na frente do banco, um quarto integrante agia no interior da agência, tentando arrombar o cofre.
Rubens reforçou a suspeita de participação de mais pessoas. Segundo informações de populares, disparos foram efetuados simultaneamente no banco, na rua da Delegacia de Polícia Civil e em frente ao Quartel da Polícia Militar. “Eles se comunicavam pelo telefone e nos perguntavam sobre o número de policiais de plantão, sobre a distância entre as cidades de Picos e Jaicós”, disse.
Rubens relatou, ainda, que quando o quarto integrante deixou o interior da agência, ele foi colocado sobre o capô do carro. “Me utilizaram como escudo, uma proteção para a fuga. Na saída para Paulistana, cerca de 2 km de distância da cidade de Jaicós, eles pararam o carro, me orientaram sair e correr sem olhar para trás. Disseram que iam deixar o nosso armamento mais adiante”.
Ele era um dos três militares que realizavam o policiamento ostensivo nas ruas da cidade, quando receberam a informação pelo rádio da viatura de que o alarme da agência havia sido acionado.
A equipe seguiu em direção ao centro e ao se aproximar da agência, foi recebida a tiros. O motorista da viatura perdeu o controle do carro e subiu na calçada. Em meio aos disparos, os três militares deixaram a viatura e se protegeram atrás do veículo.
Segundo relatou Rubens, esse foi o pior momento. “Quatro tiros atingiram a viatura, um no pneu e outros três do lado do passageiro, onde eu estava, sendo um no para-brisa e dois na porta. Foi Deus que livrou a mim e aos meus colegas”, disse. Em 24 anos de polícia, o militar feito refém disse que nunca tinha passado por uma situação semelhante. Os PMs foram rendidos por três suspeitos fortemente armados. “Eles estavam encapuzados e com armas de grosso calibre”.
Toda a ação no banco durou entre 30 e 40 minutos. Enquanto três homens estavam com os reféns na frente do banco, um quarto integrante agia no interior da agência, tentando arrombar o cofre.
Rubens reforçou a suspeita de participação de mais pessoas. Segundo informações de populares, disparos foram efetuados simultaneamente no banco, na rua da Delegacia de Polícia Civil e em frente ao Quartel da Polícia Militar. “Eles se comunicavam pelo telefone e nos perguntavam sobre o número de policiais de plantão, sobre a distância entre as cidades de Picos e Jaicós”, disse.
Rubens relatou, ainda, que quando o quarto integrante deixou o interior da agência, ele foi colocado sobre o capô do carro. “Me utilizaram como escudo, uma proteção para a fuga. Na saída para Paulistana, cerca de 2 km de distância da cidade de Jaicós, eles pararam o carro, me orientaram sair e correr sem olhar para trás. Disseram que iam deixar o nosso armamento mais adiante”.
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Willame Moraes
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