Estudo reune dados de 2012 e revela mapa da Violência Doméstica em Teresina
A pesquisa realizada pela Corregedoria Geral de Justiça apontou os bairros Dirceu, Mafrense e Água Mineral onde mais se concentram os agressores
Uma pesquisa realizada pela Corregedoria Geral de Justiça apresentou os resultados sobre um mapa da violência doméstica. Intitulado “Violência Doméstica em Teresina” a pesquisa analisou 244 processos desde o começo deste ano.
Nos resultados apresentados, o homem que trabalha no setor da construção civil é o maior agressor nos casos de violência doméstica. Também foram colocadas as regiões dos bairros Dirceu, Água Mineral e Mafrense como os bairros de maior concentração de agressores.
As mulheres agredidas se encontram na faixa de 20 a 39 anos e a residência da vítima é o local onda mais ocorrem os casos registrados. Em sua maioria o parceiro é o principal responsável pela agressão.
Com o resultado dos estudos realizados será possível promover ações educativas e de prevenção junto, por exemplo, ao Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil para coibir os casos.
O estudo apontou também que grande parte das mulheres agredidas, cerca de 35,4%, são donas de casa e empregadas domésticas. Essas mulheres que mais comumente residem nos bairros Parque Brasil, Mafrense e Água Mineral.
Segundo os dados do estudo apresentado pela Corregedoria Geral de Justiça A forma mais grave de violência doméstica e familiar contra a mulher é a violência moral (37,7%) seguida pela psicológica (32,72%).
A violência física responde por 19,67% dos casos. Em 44,6% dos processos, os indiciados haviam sido presos, sendo que 89,01% das prisões foram em flagrante e 9,99% preventivas.
Nos resultados apresentados, o homem que trabalha no setor da construção civil é o maior agressor nos casos de violência doméstica. Também foram colocadas as regiões dos bairros Dirceu, Água Mineral e Mafrense como os bairros de maior concentração de agressores.
As mulheres agredidas se encontram na faixa de 20 a 39 anos e a residência da vítima é o local onda mais ocorrem os casos registrados. Em sua maioria o parceiro é o principal responsável pela agressão.
Com o resultado dos estudos realizados será possível promover ações educativas e de prevenção junto, por exemplo, ao Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil para coibir os casos.
O estudo apontou também que grande parte das mulheres agredidas, cerca de 35,4%, são donas de casa e empregadas domésticas. Essas mulheres que mais comumente residem nos bairros Parque Brasil, Mafrense e Água Mineral.
Segundo os dados do estudo apresentado pela Corregedoria Geral de Justiça A forma mais grave de violência doméstica e familiar contra a mulher é a violência moral (37,7%) seguida pela psicológica (32,72%).
A violência física responde por 19,67% dos casos. Em 44,6% dos processos, os indiciados haviam sido presos, sendo que 89,01% das prisões foram em flagrante e 9,99% preventivas.
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