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HUT alerta para aumento de atendimentos por acidentes de trânsito em Teresina

Mesmo com queda de 18% no ano, hospital registra alta recente e destaca que imprudência continua sendo principal causa de casos graves

O Hospital de Urgência de Teresina (HUT) voltou a acender o sinal de alerta sobre os riscos no trânsito e os impactos diretos na rede pública de saúde. Segundo o diretor técnico da unidade, Rogério Medeiros, o descumprimento das leis de trânsito ainda é um dos principais fatores que levam a acidentes graves, muitos deles com sequelas permanentes ou desfechos fatais.

De acordo com a prefeitura, dados da nova gestão do hospital mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o HUT registrou uma redução de 18% nos atendimentos a vítimas de acidentes de trânsito em comparação com 2024, foram 7.374 pacientes atendidos este ano, contra 8.974 no mesmo período do ano passado. Apesar do cenário positivo, o mês de outubro de 2025 destoou da tendência e apresentou um aumento de 5% nos atendimentos, tornando-se o período com o maior número de vítimas em 2025.

Foto: Divulgação/ Prefeitura de TeresinaHUT
HUT

Para a diretora-geral do hospital, Aranucha Brito, o aumento recente exige atenção imediata. “Essa alta acende uma luz amarela e reforça a necessidade de cuidado redobrado no trânsito. A imprudência e o desrespeito às normas têm provocado acidentes que poderiam ser completamente evitados”, afirma. Ela reforça a importância de medidas simples, como uso do capacete, do cinto de segurança e respeito aos limites de velocidade.

Segundo a prefeitura, o HUT vem ampliando a participação em campanhas educativas voltadas à prevenção de acidentes e à conscientização sobre uma postura mais responsável nas vias urbanas. A direção lembra que os acidentes de trânsito continuam entre as principais causas de superlotação nos serviços de urgência e emergência do hospital.

“A obediência às leis de trânsito é um ato de respeito à vida — à sua e à do outro. Evitar acidentes é dever de todos e uma forma concreta de preservar vidas e aliviar a pressão sobre o sistema público de saúde”, conclui Aranucha Brito.

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